Museu de Porto Alegre comemora 43 anos

13/03/2022 08:23
Giulian Serafim / PMPA
Cultura
Solar Lopo Gonçalves, construído entre 1845 e 1854, é a sede do Museu, localizado na rua João Alfredo

Neste domingo, 13, o Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo completa 43 anos de sua criação. A programação comemorativa de aniversário será realizada de quarta-feira, 16, com um ato oficial, e se estenderá até o final do próximo domingo, 19. O museu receberá barracas para feiras diárias e, ao final de cada dia, apresentações culturais.

O Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo foi criado pelo Decreto nº. 6598, de 13 de março de 1979. Está vinculado à Secretaria Municipal da Cultura, por intermédio da Diretoria de Patrimônio e Memória. Inserido no cenário brasileiro através do registro no Cadastro Nacional de Museus, está cadastrado no Sistema Estadual de Museus desde 1999, integrando a 1ª Região Museológica do Rio Grande do Sul. Também faz parte da Rede de Educadores em Museus do RS e do GT – História, memória e patrimônio da Associação Nacional dos Professores Universitários de História. E está presente na plataforma digital Registro de Museus Iberoamericamos (RMI) do Programa Ibermuseus.

História - O Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, museu de história da cidade de Porto Alegre, tem como sede o Solar Lopo Gonçalves, construído entre 1845 e 1853, na antiga Rua da Margem, atual João Alfredo. O sobrado de porão alto, construído para ser residência da “chácara” da família do comerciante português Lopo Gonçalves Bastos, é representativo do estilo de transição entre a arquitetura colonial e a arquitetura neoclássica no Brasil. Saiba mais.

Projeto - A atual direção está encaminhando Projeto de Restauro e Modernização visando à captação de recursos através da Lei Rouanet (Federal). Até meados de abril será dada a entrada no projeto inicial e depois nos dez projetos específicos (toda a parte de infraestrutura e modernização, incluindo a parte educativa). A expectativa é de que até o final do ano os projetos específicos estejam prontos e aprovados na Secretaria Nacional de Cultura e iniciada a captação. A execução poderá durar entre um a dois anos. O valor total só será conhecido após a conclusão dos estudos e orçamentação de cada uma das intervenções que serão feitas. Estima-se que poderá alcançar R$ 3 milhões de reais. Saiba mais.

 

Cleber Saydelles

Gilmar Martins