2º Festival Africano terá atrações culturais e gastronômicas no Centro Histórico
A programação do 2º Festival Africano: Áfricas no Centro foi apresentada nesta quarta-feira, 28, durante café da manhã de lançamento no Unisenac, no Centro Histórico de Porto Alegre. O encontro reuniu organizadores e parceiros e contou com exposição de materiais ligados à memória quilombola e degustação de produtos locais que integram o menu do festival.
O festival será realizado no sábado, 7 de novembro, das 10h às 18h, na rua Coronel Genuíno e nos espaços da Unisenac. A iniciativa tem apoio da Prefeitura de Porto Alegre, por meio do programa Centro+, da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (SMPG), e da Secretaria Municipal da Cultura (SMC). Realizado pela startup Produtores Gaúchos Unidos, o festival também reúne a Unisenac, a Unisinos e o Sebrae como parceiros estratégicos.
A programação gratuita inclui atrações musicais e culturais, feira de produtores locais, moda, artesanato e oficinas de artes plásticas e gastronomia. No auditório da instituição, também haverá bate-papos, oficinas e conteúdos relacionados aos temas do evento.
Um dos destaques será o Banquete Africano, assinado pelos chefs João Diamante e Sidy, que combina tradições da culinária africana com ingredientes e sabores do Rio Grande do Sul. O preparo poderá ser acompanhado pelo público na cozinha do quarto andar da Unisenac, enquanto o banquete será servido das 12h às 15h30, na cantina, no térreo. O Banquete tem ingressos à venda pelo Sympla no valor de R$ 90.
A secretária municipal da Cultura, Liliana Cardoso, destacou a importância da iniciativa para valorizar a ancestralidade africana e os produtores locais. “Este festival representa o assentamento africano, a nossa ancestralidade, e o Poder Público tem orgulho de estar junto da sociedade na construção deste evento. O festival representa também a grandiosidade de produtores locais. É a potência africana no meio de nós”, ressalta.
Para Bruna Serrano, diretora do programa Centro+, o evento é uma oportunidade de aproximar a população do território. “O Centro Histórico é palco natural da cultura, porque carrega a nossa história, a nossa memória e a diversidade que formam a identidade de Porto Alegre. Nosso papel é reconhecer e potencializar essa vocação, criando condições para que iniciativas como essa ocupem os espaços, movimentem a economia, atraiam pessoas e fortaleçam o sentimento de pertencimento", afirma.
Camila Saccomori
