Plenária do dia 07.07
Na noite fria de quinta-feira, 07 de julho, quando a capital gaúcha recebia a tocha Olímpica e os olhares estavam direcionados para o evento, ocorria a Reunião Plenária Ordinária do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre (CMS/POA), que contou com a presença de vários participantes, entre representantes do Legislativo Municipal, conselheiros, servidores da saúde, entidades e estudantes.
Dando início à reunião, a coordenadora do CMS/POA, Mirtha Zenker, começou a leitura para a votação e aprovação das atas números 03 de 04/02/2016 – Plano de Contingenciamento da Dengue e Recomendações ao Prefeito, a ata 08 de 07/04/2016 – GERCON e a ata nº de 28/04/2016 – Regulamento do Prêmio Destaque em Saúde e PAS 2016, respectivamente.
Não houve pareceres nessa plenária, então foi direto para o Acontece, quando foram apresentadas aos participantes as ações realizadas pelo Conselho desde a última plenária, no dia 16 junho. Com um vídeo curto, as imagens das mobilizações em favor do Sistema Único de Saúde foram projetas, para que os conselheiros e demais participantes tivessem uma ideia sobre o que o CMS/POA está fazendo para defender o SUS. Após, começaram os Informes da noite, os participantes puderam falar sobre assuntos que consideravam relevantes e deviam ser expostos, como queixas e informações. O secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, respondeu aos questionamentos e reclamações feitas nos informes.
Ao iniciar a pauta da noite a respeito das declarações do ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, referentes ao GHC, foi colocado num primeiro momento um áudio com suas falas. Em seguida, a diretora superintendente do GHC, Sandra Fagundes, falou a respeito das declarações. “É cada vez mais grave o pronunciamento desse ministro, que está absolutamente convencido do que está dizendo”, disse Sandra, apresentando as justificativas do motivo de estar contra as ações do ministro. Ritter fez pontuações a respeito das falas do ministro e das colocações da superintendente. “O GHC é referência essencial no município e atende 35% das internações. Junto com o HPS, o hospital não restringe e não fecha as portas das emergências, sendo referência nacional e internacional”, afirma o secretário. “Não existe qualquer possibilidade de perdermos as atividades do Grupo Hospitalar Conceição”, destacou Ritter.
Por fim, conselheiros e participantes fizeram comentários, colocações e questionamentos a respeito da pauta. Ao encerrar a plenária, Mirtha afirmou que a mobilização continua. “Com todos esses agravos e denúncias, vamos continuar nos mobilizando em defesa do nosso SUS”, finaliza, com aplausos da plenária
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