Infraestrutura Ciclovi√°ria

 

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Rede Ciclovi√°ria - O mapa com a localiza√ß√£o de todos os trechos da rede ciclovi√°ria implantada¬†na Capital est√° publicado no Portal de Transpar√™ncia da Empresa P√ļblica de Transporte e Circula√ß√£o de Porto Alegre (EPTC), na p√°gina do Observat√≥rio de Mobilidade, em eptctransparente.com.br. Seu objetivo √© disponibilizar amplo acesso √†s informa√ß√Ķes de mobilidade da capital ga√ļcha.¬†

 

 

Estrutura ciclovi√°ria

A infraestrutura cicloviária consiste em espaços sinalizados destinados a circulação de bicicletas, de forma exclusiva e/ou compartilhada, isoladas ou em redes, áreas de estacionamento e parada, pontos de apoio e outros.

 

A infraestrutura cicloviária é composta pelos seguintes tipos:

  1. Espaço totalmente segregado, caracterizado como ciclovia;
  2. Espaço partilhado delimitado na pista, calçada ou canteiro, identificado como ciclofaixa;
  3. Espaço compartilhado.



1 - Ciclovia: pista pr√≥pria destinada √† circula√ß√£o de ciclos, separada fisicamente do tr√°fego comum, conforme disp√Ķe o Anexo I do CTB.

Quanto ao sentido de tr√°fego as ciclovias podem ser:

  • Unidirecional: quando apresenta sentido √ļnico de circula√ß√£o.
  • Bidirecional: quando apresenta sentido duplo de circula√ß√£o.

Caracteriza-se como o espa√ßo em n√≠vel ou desn√≠vel com rela√ß√£o √† pista, separado por elemento f√≠sico segregador, tais como: canteiro, √°rea verde e outros previstos na legisla√ß√£o vigente. Tamb√©m se aplica em espa√ßo isolados, tais como: √°reas n√£o edific√°veis, faixas de dom√≠nio, parques e outros logradouros p√ļblicos. Quanto √† sua localiza√ß√£o na via p√ļblica, estas podem estar dispostas nas laterais das pistas, nos canteiros centrais e nas cal√ßadas.

 

2 - Ciclofaixa:¬†Conforme disposi√ß√Ķes contidas no Anexo I do CTB entende-se como:

"Ciclofaixa - parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica".

Para efeito de descrição entende-se como:

  • Ciclofaixa: parte da pista, cal√ßada ou canteiro central destinado √† circula√ß√£o exclusiva de ciclos delimitada por sinaliza√ß√£o vi√°ria, podendo ter piso diferenciado e ser implantada no mesmo n√≠vel da pista de rolamento, ou da cal√ßada ou do canteiro.

Quanto ao sentido de tr√°fego, a ciclofaixa pode ser:

  • Unidirecional: quando apresenta sentido √ļnico de circula√ß√£o;
  • Bidirecional: quando apresenta sentido duplo de circula√ß√£o.

 

3 - Espa√ßos compartilhados sinalizados:¬†Cal√ßada, canteiro, ilha, passarela, passagem subterr√Ęnea, via de pedestres, faixa ou pista, sinalizadas, em que a circula√ß√£o de bicicletas √© compartilhada com pedestres ou ve√≠culos criando condi√ß√Ķes favor√°veis para sua circula√ß√£o, sendo mais conhecidos os seguintes tipos:

  • Rota de bicicleta ou Ciclorrota

Vias sinalizadas que comp√Ķem o sistema cicl√°vel da cidade interligando pontos de
interesse, ciclovias e ciclofaixas, de forma a indicar o compartilhamento do espaço
vi√°rio entre ve√≠culos motorizados e bicicletas, melhorando as condi√ß√Ķes de seguran√ßa
na circulação.

  • Espa√ßo compartilhado com pedestres

Espa√ßo da via p√ļblica destinado prioritariamente aos pedestres onde os ciclistas
compartilham a mesma área de circulação, desde que devidamente sinalizado.

 

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Educação - Operação Blitz Bike

Alertar ciclistas sobre a import√Ęncia da percep√ß√£o dos riscos e do autocuidado no tr√Ęnsito √© o objetivo da tradicional a√ß√£o educativa¬†Opera√ß√£o Blitz Bike,¬†realizada pelos agentes de tr√Ęnsito da Escola P√ļblica de Mobilidade.

 

Os ciclistas, que t√™m o dever de respeitar a sinaliza√ß√£o, t√™m prefer√™ncia sobre os ve√≠culos automotores, mas devem sempre dar prioridade aos pedestres. O C√≥digo de Tr√Ęnsito Brasileiro (CTB) descreve a bicicleta como ve√≠culo e refere que deve ser conduzida nos locais a ela destinados: ciclovias, ciclofaixas ou acostamentos. Quando n√£o houver, o ciclista dever√° usar o bordo da pista de rolamento, no mesmo sentido dos demais ve√≠culos, e n√£o o contrafluxo (exceto se houver ciclovia sinalizada).¬†

 

A prioridade nas a√ß√Ķes de educa√ß√£o, fiscaliza√ß√£o e projetos de engenharia vi√°ria da Secretaria de Mobilidade Urbana, por meio da EPTC, √© salvar vidas e reduzir o n√ļmero de v√≠timas no tr√Ęnsito. Com este objetivo, s√£o realizadas regularmente a√ß√Ķes orientativas, campanhas ¬†e atividades de conscientiza√ß√£o, inclusive nas redes sociais. O √≥rg√£o gestor de tr√Ęnsito e transporte de Porto Alegre ainda oferece cursos gratuitos na plataforma de ensino √† dist√Ęncia (EaD) da Escola P√ļblica de Mobilidade, como o Pedalando com Seguran√ßa, que podem ser acessados em www.eadeptc.com.br.¬†

 

Prote√ß√£o - O uso do capacete √© fundamental. Al√©m de proteger contra traumatismo craniano e les√£o cerebral em casos de queda, ajuda a evitar eventuais cortes e escoria√ß√Ķes. Outro equipamento de prote√ß√£o individual (EPI) essencial para o ciclista, principalmente √† noite, √© o farol ou lanterna. Muitas vezes os motoristas ou pedestres n√£o percebem a presen√ßa da bike, por isso √© importante investir em far√≥is e ilumina√ß√£o traseira para garantir a seguran√ßa na pedalada.

 

Principais EPIs

  • Capacete
  • Luvas
  • √ďculos
  • Retrovisores e buzinas
  • Farol e lanterna

 

 

Serviço de bike compartilhada

 

O sistema de bicicletas de aluguel Bike Ita√ļ¬†funciona diariamente, das 6h √†s 22h, com 1000 bicicletas, sendo 500 el√©tricas, distribu√≠das em 100 esta√ß√Ķes fixas.


Para utilizar, basta baixar o app da Tembici, empresa credenciada pela prefeitura para oferecer o serviço na Capital, escolher um plano que combine com você e começar a pedalar.



Localiza√ß√£o estrat√©gica das esta√ß√Ķes - Os locais das 100 esta√ß√Ķes foram previamente definidos por meio de estudos e an√°lises realizados pelo time de urbanistas da empresa Tembici, em di√°logo com o corpo t√©cnico da Secretaria de Mobilidade Urbana, que avaliou crit√©rios como proximidade √† infraestrutura ciclovi√°ria, possibilidades de maior demanda, respeito √†s quest√Ķes urban√≠sticas e a seguran√ßa vi√°ria da cidade.


Para saber a localiza√ß√£o das esta√ß√Ķes e o mapa da rede ciclovi√°ria implantada em Porto Alegre, acesse o mapa do ObservaMOB, o Observat√≥rio de Mobilidade da EPTC.


Para mais informa√ß√Ķes sobre os planos e cadastro, acesse o site¬†Bike Ita√ļ¬†e fa√ßa o download do aplicativo no telefone celular, pela¬†Apple Store¬†ou¬†Google Play.

 

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